ESTE BLOG É DIRECIONADO A TODOS QUE ACREDITAM NA IMPORTÂNCIA DA PRIMEIRA INFÂNCIA PARA A FORMAÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA.
domingo, 13 de dezembro de 2015
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Brincadeiras musicais
A escola
é um espaço em que a cultura emerge o tempo todo, portanto, precisa ser um
local onde não há verdades únicas e fechadas e sim o reconhecimento de como a
cultura escolar esta em constante movimento, se construindo a cada dia.
Na educação
infantil as crianças por elas mesmas não fazem essa diferenciação, por assim
dizer de selecionar gênero, nós e que muitas vezes a induzimos as
diferenciações. Nas brincadeiras musicais, além de ajudar na socialização e
integração, as divisões de gênero não existem e meninos e meninas interagem naturalmente.
Então, vamos brincar?
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Esta é a segunda edição da DRE em Revista, na qual eu e minha parceira de projetos professora Leuza Maria tivemos a felicidade te ver o nosso projeto divulgado e que foi desenvolvido em nossa unidade escolar, EMEI Julio de Mesquita Filho, com os nossos alunos do Infantil II.
A publicação é um periódico de natureza científico- cultural que também tem como finalidade divulgar experiências de educadores da Dre Freguesia/ Brasilândia. Ficamos muito honradas e felizes, pois é o reconhecimento de um trabalho sério que mostra como o trabalho integrado entre família e escola tem tudo para dar certo. Valeu!!!
Rosemeire da Silva Vargas
domingo, 27 de abril de 2014
Educação para as relações etnicorraciais - DRE Penha: Curso Optativo: “Cantando e Dançando a Tradição Po...
Educação para as relações etnicorraciais - DRE Penha: Curso Optativo: “Cantando e Dançando a Tradição Po...: Em Breve!!! Faça a inscrição para o curso clicando no link abaixo: “Cantando e Dançando a Tradição Popular Brasil...
Aguardando a data para a inscrição!
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Educação para as relações etnicorraciais - DRE Penha: DIVULGAÇÃO DO CURSO “ESCOLA: ESPAÇO PARA AÇÃO CULT...
Educação para as relações etnicorraciais - DRE Penha: DIVULGAÇÃO DO CURSO “ESCOLA: ESPAÇO PARA AÇÃO CULT...: O Centro de Pesquisa e Formação do SESC São Paulo promoverá, nos dias 24 e 25 de abril, o curso “Escola: Espaço para Ação Cultural”, q...
Este grupo é maravilhoso. E o mais interessante é a formação, professoras!!
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Curta- Eu não quero voltar sozinho
Achei esse curta maravilhoso. Trata da temática de uma história de amor gay sem ser apelativa e de uma forma bem sutil e natural entre os dois jovens e o mais interessante é que o outro rapaz ainda é cego.
Sob essa ótica, acredito ser
este o ponto principal do curta, pois na medida em que o personagem Leonardo não
“vê” os marcadores sociais que imperam sobre a sociedade, fica muito mais fácil
e natural para ele abrir o seu coração para a amiga sobre a sua paixão. Isso,
porém não significa que ele não perceba as coisas ao seu redor, mas acredito
que a sua sensibilidade aguçada permita que algumas diferenças que são
valorizadas pela sociedade para ele são imperceptíveis mesmo porque a sua
melhor amiga é uma mulher. Também é um fator a ser considerado devido a sua
condição de cego.
É relevante observar também
a posição do professor na divisão de tarefas, na qual fica evidenciado a
separação de gêneros meninos e meninas, dessa forma fica ai uma reflexão porque
não há um sentido para essa norma. Segundo Beleli, “Os educadores, como
importantes atores sociais, são também responsáveis pelo tratamento
diferenciado de meninos e meninas e devem estar atentos à produção de
desigualdades”, portanto às vezes caímos na armadilha das convenções sociais de
gêneros e acabamos colocando em prática em sala de aula, muitas vezes
automaticamente.
Assim, apesar de vivermos em
uma sociedade na qual a construção social se estabelece por modelos há muito
tempo hierarquizados, a escola tem como função social desconstruir essas
fronteiras para que elas não signifiquem motivos de inferioridades e desigualdades
entre os indivíduos.
Rosemeire da Silva Vargas
sábado, 18 de maio de 2013
A
maior flor do mundo- José Saramago
Análise
dos suportes: vídeo e livro
Existem dois parâmetros a serem analisados em ambos
os suportes: no texto verbal a preocupação do autor- narrador que se coloca
como uma pessoa incapaz de escrever histórias para crianças e o vídeo que
começa com a narrativa e passa para a leitura de imagem.
No texto
verbal, Saramago se coloca como um contador de histórias. Existe uma junção
entre texto –verbal e imagem, na qual há uma transposição do tempo e espaço,
pois o nosso menino- herói é levado a uma de um mundo a outro de forma
alegórica por se tratar de um universo imaginário que rege a vida de toda
criança em sua busca por aventuras.
Nessa sua aventura por terras desconhecidas a figura
do heroísmo se estabelece na ação do personagem que precisa salvar uma flor
mórbida no alto da colina e termina com a consagração do menino.
No segundo suporte, o vídeo, o foco muda, pois o que
é relevante e central é que a história pode ter outras interpretações na medida
em que o texto oral dá lugar para a imagem e também a consolidação da
ilustração enquanto composição literária. Começa com a narrativa do autor – o
texto verbal- para a imagem que tem muito a dizer. Percebe-se a preocupação do
ilustrador em não só apresentar uma obra para ornamentar o livro, mas também
compor um texto poético, estético e sensível em relação à natureza.
Os dois suportes tem como pontos em comum a figura
do menino como heroi e também como a percepção da criança é mais aguçada em
relação as coisa mais simples da vida e que fazem toda a diferença. O tempo é o
agora, existe prazer em experimentar cada momento como se fosse único. Alias o
tempo para a criança é o que menos importa.
Nesse contexto, a afirmação de Saramago quando se
coloca como alguém incapaz de escrever para criança se deve, principalmente
porque condicionamos o nosso tempo. A utilidade e o condicionamento do tempo
para o adulto estão associados a vários fatores, menos ao prazer e ao lazer,
roubando dessa forma a ludicidade da vida, pois os adultos não percebem a
beleza estética que está ao nosso redor.
Assim, esses dois suportes nos mostram que o
personagem principal deste conto é alguém que tem muito a nos ensinar e não o
contrario. Uma critica ao nosso modo de vida.
Por Rosemeire da Silva Vargas
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